Mulher sentada em consultório médico com dor na região pélvica

Depois de tantos anos lidando com pacientes preocupadas com dores inexplicáveis na região inferior do abdômen, percebi que um diagnóstico pouco discutido era, na verdade, uma verdadeira chave para recuperar o bem-estar: as varizes pélvicas. Se você sente dor, peso ou desconforto na pelve, especialmente próximo ao período menstrual ou após ficar longos períodos em pé, continue comigo neste artigo. Eu reuni conhecimento técnico, experiências de consultório e insights de estudos relevantes para mostrar que é possível ter alívio, estética e voltar a se sentir bem.

Entendendo as veias da pelve e por que elas sofrem alterações

Antes de falar sobre sintomas e tratamentos, preciso explicar de forma simples o que são essas veias pélvicas e por que elas podem se tornar um problema. Todo nosso sistema venoso é formado por canais que levam o sangue de volta ao coração. Quando há dificuldade nesse retorno, as veias dilatam, e é assim que surgem as varizes.

Na pelve, essa falha acomete principalmente mulheres em idade fértil, tornando as veias ovarianas e ilíacas incapazes de realizar seu trabalho de forma eficiente. O sangue se acumula, causando pressão e dilatação dos vasos. Esse quadro é conhecido como síndrome da congestão pélvica, provocando sintomas que confundem até profissionais menos experientes.

Por que varizes pélvicas são mais comuns em mulheres?

Os dados do Jornal da USP ajudam a entender: as varizes, de maneira geral, afetam cerca de um terço da população, sendo bem mais frequentes no público feminino por causa das alterações hormonais do ciclo menstrual, uso de anticoncepcionais e gestações sucessivas. Essas variações hormonais alteram o tônus das veias, facilitando a dilatação e o surgimento dos sintomas.

Não é frescura. O desconforto é real e tem tratamento.

Durante minhas consultas, sempre fiz questão de ressaltar que reconhecer esses sintomas é um passo importante para abandonar a culpa e buscar ajuda especializada.

Como as varizes pélvicas afetam a rotina e a autoestima?

As pessoas me contam sobre a dor e o cansaço após um dia comum. Outras, relatam vergonha diante do parceiro ou evitam certas roupas por causa do inchaço e das marcas. Percebo nessas histórias efeitos muito além da dor local. As varizes da pelve podem impactar desde o humor até o desempenho nas atividades pessoais e profissionais. Isso porque o desconforto, o inchaço e a sensação de peso abdominal persistem por semanas, influenciando o sono, o lazer e até o convívio íntimo.

Mulher sentada com expressão de incômodo segurando a região pélvica

Como identificar sintomas das varizes pélvicas?

O quadro clínico pode ser silencioso durante anos, por isso a avaliação cuidadosa é tão importante. Veja alguns sinais clássicos que costumo observar em quem me procura:

  • Dor ou desconforto pélvico com duração maior que seis meses, de moderada a intensa, piorando ao longo do dia
  • Sensação de peso na pelve, que pode irradiar para a lombar e as coxas
  • Inchaço abdominal, especialmente após estar em pé ou sentada por muito tempo
  • Desconforto ou dor durante ou após relações sexuais (dispareunia)
  • Vazinhos visíveis na região das nádegas, coxas ou vulva
  • Piora dos sintomas durante o ciclo menstrual

Nem sempre é fácil associar essas queixas à congestão venosa da pelve. Muitas vezes, as pacientes visitam diferentes especialistas até alguém levantar a hipótese correta. Por isso, conhecer essas manifestações pode ajudar a buscar atendimento qualificado com mais rapidez.

Fatores de risco: quem tem mais chances de desenvolver varizes na pelve?

Durante o acompanhamento, identifiquei padrões em pacientes com sintomas pélvicos. Isso se confirma na literatura médica. Os principais fatores relacionados ao surgimento desse tipo de varizes são:

  • Gestações anteriores (quanto mais, maior o risco)
  • Alterações hormonais (uso de contraceptivos, terapia hormonal, fertilização in vitro)
  • Histórico familiar de varizes (na perna, pelve ou outros lugares)
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Tarefas que exijam ficar muito tempo em pé ou sentada
  • Idade fértil (principalmente entre 20 e 45 anos)

No meu consultório, sempre busco entender o histórico da paciente, sugerindo rastreio específico quando esses fatores se fazem presentes. Nem todo cansaço ou inchaço é “normal”. Existe tratamento e qualidade de vida à vista.

Diagnóstico: como saber se a dor é mesmo causada por congestão pélvica?

Essa é a pergunta que mais respondo. O processo diagnóstico exige atenção especial, já que é preciso descartar outras doenças ginecológicas e vasculares. Eu costumo adotar um passo a passo que facilita a confirmação:

  • Anamnese detalhada, ouvindo cada sintoma e investigando histórico familiar
  • Exame físico direcionado, avaliando pontos de dor e presença de vasinhos externos
  • Solicitação de exames de imagem específicos, caso haja suspeita da síndrome

Os exames mais úteis para confirmar o diagnóstico são:

  • Ultrassom Doppler transvaginal: permite avaliar o fluxo sanguíneo e o calibre das veias pélvicas de maneira não invasiva.
  • Angiorressonância magnética: fornece imagens precisas do sistema venoso, identificando a dilatação e possíveis refluxos.
  • Flebografia: exame realizado em ambiente hospitalar, injeta contraste e visualiza as veias da pelve, sendo reservado para casos de dúvida.
  • Outros exames ginecológicos para descartar miomas, endometriose e outras causas de dor.

Em minha experiência, a combinação do ultrassom Doppler com angiorressonância traz excelente sensibilidade, principalmente quando feitos em serviços que contam com tecnologia de ponta.

Pregnant woman getting ultrasound from doctor

Impactos da síndrome na saúde e bem-estar feminino

A congestão venosa pélvica compromete diversos aspectos da vida da mulher. Por ser uma doença crônica e de difícil suspeição inicial, costuma ser negligenciada. Já atendi pacientes com limitações para praticar esportes, trabalhar longas horas ou até manter relações sexuais sem dor. Emoções ficam à flor da pele pelo desconforto intenso e frequente.

Os especialistas do Hospital Regional Dr. Abelardo Santos, no Pará, alertam, em notícias da Secretaria de Saúde do Pará, que fatores sazonais como excesso de calor aumentam em até 30% o desconforto venoso (inclusive na pelve). Hidratação e alimentação leve ajudam bastante, mas é fundamental buscar solução definitiva para retomar bem-estar e autoestima.

Se você sente peso constante na pelve, procure ajuda: a condição tem solução.

Mitos e dúvidas comuns sobre varizes internas

Ao longo desses anos, alguns mitos se repetem em conversas com pacientes e familiares:

  • “Nunca ouvi falar em veias varicosas dentro do abdômen, isso existe?”
  • “Varizes só aparecem nas pernas, certo?”
  • “Vi que cirurgia é a única solução, mas tenho medo de cortes”
  • “Será que nunca vou poder fazer exercícios de impacto?”

Na prática, as varizes internas são reais e podem causar tanto incômodo quanto as visíveis, às vezes até mais. Hoje, a medicina avançou; tratamentos modernos são seguros, práticos e garantem recuperação rápida, sem necessidade de internações ou cortes, como vou detalhar a seguir.

Tratamentos: alívio, bem-estar e liberdade de volta

Opções disponíveis e limites dos métodos tradicionais

O tratamento de veias alteradas na pelve varia conforme o grau das queixas e a extensão anatômica. No passado, as alternativas eram pouco eficientes e invasivas, com cirurgias abertas que exigiam longas internações.

Hoje, como bem discute a Secretaria de Saúde do Maranhão, o uso de técnicas modernas minimamente invasivas, como a escleroterapia ecoguiada com espuma, revolucionou o atendimento e acelerou o retorno à vida cotidiana.

Os principais tratamentos disponíveis atualmente incluem:

  • Embolização endovascular: é a escolha preferida quando há refluxo significativo nas veias ovarianas e pélvicas. Um microcateter é inserido pela virilha ou braço, conduzido até as veias doentes e, com ajuda da imagem, bloqueia o vaso usando substâncias que impedem o fluxo anormal, selando a veia comprometida.
  • Escleroterapia ecoguiada: consiste na injeção de substância esclerosante, guiada por ultrassom, diretamente na veia dilatada, levando ao fechamento e reabsorção do vaso. Ideal para casos localizados ou como complemento à embolização.
  • Medicação e suporte clínico: fármacos venotônicos, analgésicos e anti-inflamatórios são empregados para aliviar sintomas, mas não tratam a causa anatômica por completo.
  • Mudanças de hábitos: controle do peso, exercícios regulares, fortalecimento da musculatura pélvica, evitar permanecer sentada ou em pé por muito tempo a cada hora.
Embolização venosa pélvica sendo realizada com cateterismo

Meias elásticas compressivas, indicadas para varizes em membros inferiores, geralmente não são eficazes para as varizes pélvicas. Já a embolização mostra taxas de sucesso clínico acima de 85%, com baixo índice de complicações, permitindo retomada precoce das atividades.

Comparando métodos: laser, embolização e cirurgia

Quem já pesquisou sobre tratamento de varizes sabe que existem múltiplos métodos, cada um apropriado para um caso diferente.

No universo das veias pélvicas, a embolização endovascular é considerada o padrão-ouro por ser minimamente invasiva, realizada sem cortes, sem anestesia geral e com alta taxa de satisfação pós-procedimento. Se pensarmos nas técnicas modernas para veias das pernas, como o tratamento a laser, fica claro que o futuro está em procedimentos que unem precisão, conforto e curta recuperação.

Em casos selecionados, especialmente em vasos superficiais, o laser endovenoso pode ser empregado, e sempre que comparado à cirurgia clássica, evidencia-se recuperação mais rápida e resultados estéticos superiores. A cirurgia aberta fica restrita a situações muito excepcionais, e ainda assim, tende a ser evitada graças à evolução das técnicas modernas como o protocolo ATTA.

O diferencial do protocolo ATTA: tecnologia, precisão e qualidade de vida

Eu sempre gostei de buscar o que há de mais seguro e confortável para meus pacientes. No grupo de médicos certificados do Varizes e Vazinhos, todos atuam de acordo com o protocolo ATTA, que inclui:

  • Avaliação multiplataforma com exames avançados e detalhamento anatômico em 3D
  • Procedimentos minimamente invasivos (embolização, laser endovenoso ecoguiado) realizados sem internação
  • Uso de tecnologia de ponta para máxima precisão e conforto
  • Monitoramento contínuo antes, durante e após o procedimento
  • Recuperação acelerada: retorno às atividades em poucos dias
Laser e embolização são aliados da vida moderna: precisão, conforto e bem-estar.

Na minha experiência, posso afirmar: O protocolo ATTA entrega o que há de mais avançado ao tratar varizes internas, principalmente ao comparar com cirurgias tradicionais, que demandam repouso prolongado e deixam cicatrizes visíveis.

Resultados estéticos naturais, acompanhamento próximo do paciente, melhoria de sintomas e de autoestima. São benefícios que não abro mão, meus pacientes também não!

Cuidados complementares e mudanças no estilo de vida

Nenhuma medicina faz milagres sozinha. Os melhores resultados surgem do tratamento associado a mudanças sustentáveis de estilo de vida. Nas minhas orientações, sempre sugiro:

  • Beber água regularmente, priorizando hidratação em dias quentes
  • Alimentar-se de modo leve, com frutas e fibras (diminuem retenção de líquidos)
  • Evitar sedentarismo: caminhadas leves, exercícios de fortalecimento de glúteos e abdômen
  • Elevar as pernas periodicamente, quando possível
  • Controlar o peso corporal
  • Organizar pausas para não permanecer horas seguidas na mesma posição

Essas práticas simples, recomendadas por especialistas do Abelardo Santos, ajudam a amenizar sintomas e evitar progressão da doença. São valiosas tanto na prevenção quanto no pós-tratamento.

Happy athletic woman doing stretching exercises during home workout

Quando buscar atendimento especializado?

Eu costumo dizer: não espere os sintomas atrapalharem a sua rotina. Sinais como dor persistente na pelve, sensação de peso, inchaço, desconforto durante a relação sexual ou vasinhos visíveis fora das pernas merecem avaliação.

O acompanhamento deve ser feito por cirurgiões vasculares ou ginecologistas especializados em saúde venosa pélvica. A investigação precoce previne agravamentos, como já alertei em artigos anteriores sobre como evitar o agravamento das varizes. O diagnóstico ágil é a diferença entre uma vida limitada pela dor e uma rotina ativa, com liberdade e bem-estar!

Quanto tempo leva para se recuperar após o tratamento moderno?

Uma das vantagens do protocolo ATTA é a recuperação acelerada. Por ser minimamente invasivo e não exigir anestesia geral, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. A maioria volta ao trabalho e retoma atividades leves em 2 a 3 dias. Em poucas semanas, o desconforto desaparece completamente, com melhora clara da aparência corporal e da disposição.

O efeito psicológico é imediato: segurança, leveza, confiança ao voltar a vestir saias, shorts ou roupas justas. Isso me emociona frequentemente, pois acompanho pessoas que haviam desistido dessas pequenas alegrias por achar que o incômodo não tinha solução.

Vantagens das técnicas minimamente invasivas alinhadas ao protocolo ATTA

Durante minha atuação, observei estes pontos como diferenciais importantes do ATTA:

  • Alta precisão: erros e complicações são raríssimos se comparados à cirurgia convencional.
  • Ausência de internação e cicatrizes.
  • Pouquíssima dor no pós-operatório, muitas vezes, apenas um leve incômodo.
  • Capacidade de tratar casos moderados e graves com resultados semelhantes.
  • Monitoramento em todas as etapas e acompanhamento real do paciente.

Esses benefícios, para mim, são incomparáveis ao que existia há poucos anos. O blog do Varizes e Vazinhos traz relatos que reforçam como as técnicas modernas trouxeram liberdade e saúde a tantas pessoas.

Autocuidado e prevenção: dicas para quem já fez tratamento ou quer evitar novas varizes

Com tantas novidades, a melhor notícia é: a maioria dos casos pode ser resolvida de forma definitiva (ou ao menos com controle por muitos anos).

Eu sempre incentivo quem já fez algum procedimento ou deseja evitar o agravamento a seguir hábitos simples, como:

  • Manter o peso adequado
  • Praticar exercícios regulares leves, como caminhada, hidroginástica ou pilates
  • Evitar pílulas hormonais sem recomendação especializada
  • Adotar alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, vegetais e pouca gordura
  • Evitar tabagismo
  • Controlar doenças associadas, como hipertensão e diabetes
  • Realizar consultas e exames regulares para acompanhamento

As técnicas modernas permitem viver sem medo do desconforto. Mas só o acompanhamento regular garante resultados prolongados. Um artigo detalhado sobre sintomas, causas e tratamentos pode trazer ainda mais detalhes, assim como informações sobre procedimentos modernos para veias das pernas e corpo inteiro nas páginas do Varizes e Vazinhos.

Conclusão: você pode se libertar das dores e viver plenamente

Ao longo deste artigo, tentei contar um pouco sobre como as varizes pélvicas têm soluções reais e modernas, seja para sintomas discretos ou para quadros mais intensos que afetam autoestima, sexualidade e produtividade. Protocolo ATTA, tecnologia e acompanhamento são a chave para recuperar sua liberdade, sem filas, cortes ou tempo perdido no hospital.

Minha experiência mostra que mais pessoas podem se beneficiar de cuidados de alta precisão, e é por isso que indico o grupo de médicos do Varizes e Vazinhos a quem quer viver sem dor ou vergonha. Agende sua consulta, descubra o melhor caminho para sua saúde e volte a viver sua liberdade por inteiro. O conhecimento é seu melhor aliado.

Perguntas frequentes sobre varizes pélvicas

O que são varizes pélvicas?

Varizes pélvicas são veias dilatadas e tortuosas localizadas na região pélvica, geralmente causadas por dificuldades no retorno do sangue ao coração. Afetam principalmente mulheres em idade fértil e podem causar dor, desconforto, sensação de peso e outros sintomas associados à chamada síndrome da congestão pélvica.

Quais os sintomas das varizes na pelve?

Os sintomas mais comuns são dor contínua ou latejante na parte inferior do abdômen, sensação de peso, inchaço pélvico, desconforto durante ou após relações sexuais e piora das queixas após longos períodos em pé. Pode haver também vasinhos visíveis em glúteos e região interna das coxas. A intensidade dos sintomas varia conforme o ciclo menstrual, gestação e outras condições associadas.

Como é feito o diagnóstico das varizes pélvicas?

O diagnóstico é feito com base na história clínica detalhada, exames físicos e, principalmente, exames de imagem como ultrassom Doppler transvaginal e angiorressonância magnética. Em casos específicos, pode ser preciso fazer flebografia, exame que utiliza contraste para visualizar as veias mais profundamente. O acompanhamento com especialista é fundamental para confirmar o quadro e indicar o melhor tratamento.

Quais os tratamentos para varizes pélvicas?

Os métodos mais modernos, como embolização endovascular e procedimentos guiados por ecografia, são os mais eficazes para tratar varizes pélvicas, oferecendo rápida recuperação e resultados satisfatórios. Medicações, mudanças de hábitos e, em casos raros, cirurgia clássica, podem ser indicados de acordo com cada situação. Hoje, priorizam-se sempre os procedimentos minimamente invasivos, como os presentes no protocolo ATTA.

Varizes pélvicas têm cura definitiva?

Sim, a maior parte dos casos tratados com técnicas modernas tem remissão total dos sintomas e resolução anatômica dos vasos comprometidos. No entanto, como as varizes têm causa multifatorial, a prevenção associada ao acompanhamento especializado garante índices ainda maiores de sucesso a longo prazo. A adesão ao protocolo ATTA e aos cuidados de saúde vascular resultam em qualidade de vida e liberdade verdadeira para quem sofre com esse problema.

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