Médico aplica escleroterapia em vasinhos na perna de paciente em consultório moderno
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Convivo há anos com pacientes que sentem receio de mostrar as pernas, seja por conta dos pequenos vasinhos vermelhos ou roxos, seja pelo desconforto físico diário. Usar vestidos ou bermudas, praticar exercício ou até andar na praia pode parecer algo simples, mas para quem enfrenta varizes e vasinhos, vira um desafio constante. E foi justamente ouvindo tantas histórias como essas que senti a necessidade de explicar, de forma clara, quais são as técnicas, riscos e as mais novas opções em escleroterapia.

O que é escleroterapia e como ela funciona

Em minha experiência, poucos procedimentos médicos unem simplicidade e efeito visual como a escleroterapia. Trata-se de um método utilizado para tratar vasinhos e pequenas veias dilatadas, principalmente nas pernas. Seu objetivo principal é fechar essas veias comprometidas por meio da injeção de substâncias ou técnicas que empregam energia. O sangue, então, toma outro caminho, deixando a região tratada mais suave, bonita e com sintomas controlados.

Muitos procuram o Varizes e Vazinhos exatamente para melhorar tanto a estética, como o bem-estar, relatando alívio de inchaço, dor e sensação de peso nas pernas.

Técnicas de escleroterapia: glicose, espuma e laser

Escleroterapia com glicose

Esse costuma ser o método mais pedido no consultório. É realizado com uma solução de glicose hipertônica. Indico para veias bem finas, quase indolor e considerado seguro quando feito por mão treinada. Como ponto negativo, exige bem mais sessões quando há presença de varizes grossas, já que a glicose tem efeito limitado em vasos de maior calibre.

Escleroterapia com espuma

Aqui, o agente utilizado é um medicamento transformado em espuma. Isso aumenta seu contato com as paredes da veia e oferece maior eficácia em veias médias a grossas. É uma alternativa adotada até em tratamentos no sistema público de saúde por sua rapidez e menor necessidade de cirurgia. A espuma atinge melhor as veias calibrosas e pode ser feita em ambulatório, acelerando o retorno às atividades.

Escleroterapia a laser

Nos últimos anos, acompanhei o crescimento dessa técnica. O laser utiliza energia luminosa aplicada sobre os vasinhos e microvarizes superficiais, provocando seu fechamento gradativo. Praticamente não dói, reduz muito o risco de manchas e cicatrizes, mas não é indicado para todas as veias, principalmente as mais grossas ou profundas. O maior benefício está relacionado ao acabamento estético, principalmente para áreas expostas como coxas e tornozelos.

Procedimento estético em pernas femininas para tratamento de vasinhos

Limitações das técnicas tradicionais

No consultório, sempre esclareço para as pessoas que não existe “solução única” para todos os tipos de veia dilatada. Algumas das limitações comuns que vejo na escleroterapia tradicional incluem:

  • Redução da eficácia em veias calibrosas como as safenas
  • Risco de recidiva (o surgimento de novos vasinhos ou varizes na mesma região)
  • Possibilidade de manchas escuras, temporárias ou até permanentes
  • Necessidade de múltiplas sessões, especialmente em quadros extensos
  • Possíveis cicatrizes com métodos mais invasivos

De acordo com o relatório CONITEC de 2017, houve expansão das opções terapêuticas e um alerta para atenção com efeitos adversos. Por isso, defendo com convicção que cada situação é única e requer avaliação médica personalizada. Recomendo, também, conhecer as principais diferenças entre microvarizes e varizes, pois isso faz toda diferença no resultado.

Avanços tecnológicos: endolaser e a Técnica ATTA

Hoje, a medicina vascular avança em passos largos. Entre as maiores novidades estão:

  • Endolaser: um laser é introduzido diretamente na veia doente, com auxílio de ultrassom, promovendo o fechamento definitivo até mesmo da veia safena. Sem cortes ou cicatrizes visíveis.
  • Técnica ATTA (Ablação Térmica Total Assistida): escolha cada vez mais frequente para quem busca resultado estético superior e agilidade na recuperação. Com base nos estudos da ReBEC e informações do Corpo de Bombeiros Militar do DF, a aplicaçao do endolaser na Técnica ATTA apresenta baixíssima chance de complicações e taxa altíssima de fechamento dos vasos tratados. O paciente sai caminhando e pode voltar à rotina em poucas horas.

Nesse cenário, o Varizes e Vazinhos tem papel fundamental ao indicar médicos qualificados e atualizados com tecnologias como a ATTA, garantindo acompanhamento diferenciado e expectativas reais para o paciente.

Shock wave therapy device with male doctor hands in rubber gloves

Avaliação clínica e escolha da técnica

A avaliação individualizada é obrigatória, nunca uma formalidade. Antes do procedimento, discuto com cada paciente seu histórico (alergias, medicamentos, doenças circulatórias), tipo de veia a ser tratada, riscos de manchas ou trombose e, principalmente, as expectativas com a estética e tempo de recuperação.

É comum, por exemplo, que uma perna tenha áreas mais propícias ao laser e outras à espuma. Por isso, um protocolo misto, combinando métodos, pode ser a melhor saída. O ideal é contar com clínicas especializadas e profissionais experientes, como os indicados pelo Varizes e Vazinhos, para garantir segurança e resultado satisfatório.

Cuidados após o tratamento

O pós-procedimento influencia diretamente no resultado. Faço questão de orientar cada paciente:

  • Uso de meias elásticas por tempo orientado
  • Evitar exercícios físicos intensos por alguns dias
  • Proteger-se do sol, prevenindo manchas
  • Aplicar compressas frias e manter a pele hidratada

Com a Técnica ATTA, a recuperação costuma ser imediata e confortável, permitindo ao paciente retomar atividades leves no mesmo dia. Sigo a recomendação da portaria nº 709 do Ministério da Saúde: o acompanhamento médico até o resultado final é indispensável.

Quando a escleroterapia clássica ainda é indicada?

Mesmo com tantas inovações, a escleroterapia clássica é recomendada em situações específicas:

  • Vasinhos bem superficiais, geralmente sem refluxo venoso
  • Pessoas que não têm alergia aos agentes utilizados
  • Quem possui expectativa realista de resultado estético
  • Pacientes que não podem ou não querem investir em técnicas avançadas

Cabe ressaltar que avanços estão disponíveis tanto no SUS quanto em clínicas privadas, ampliando o acesso a métodos superiores para todos. Quem deseja aprofundar o conhecimento pode conferir informações detalhadas sobre técnicas modernas e seguras para varizes.

Decisão informada, escolha segura

Se hoje posso resumir a evolução do tratamento dos vasinhos, diria: “a escolha certa faz diferença para suas pernas e sua autoestima”. Novas técnicas, como o endolaser e a ATTA, entregam melhores resultados estéticos e mais segurança, sem cortes e com retorno rápido à rotina. No entanto, a decisão deve ser sempre feita de forma individualizada, com acompanhamento especializado.

A liberdade de usar qualquer roupa sem vergonha é possível. Basta escolher um tratamento seguro e sob medida.

Se você busca recuperação rápida, visual natural sem cicatrizes e a tranquilidade de ser cuidado por profissionais certificados, recomendo conhecer a Técnica ATTA e as possibilidades oferecidas pelo Varizes e Vazinhos. Agende sua consulta, tire suas dúvidas e dê o primeiro passo para pernas mais saudáveis e bonitas. Para dicas adicionais, confira também o conteúdo sobre prevenção e agravamento de varizes e inspire-se para viver sem limitações.

Perguntas frequentes sobre escleroterapia para vasinhos

O que é escleroterapia para vasinhos?

Escleroterapia é um procedimento médico realizado para tratar vasinhos e pequenas veias dilatadas, usando injeção de soluções químicas ou aplicação de energia, com o objetivo de fechar essas veias e melhorar a estética e o conforto das pernas. É indicado tanto para fins estéticos, quanto para aliviar sintomas como dor e inchaço.

Como funciona a escleroterapia nas pernas?

O procedimento é feito no consultório, onde o médico injeta uma substância ou aplica energia sobre as veias afetadas. Isso provoca irritação na parede do vaso, levando ao seu fechamento e posterior absorção pelo organismo. O sangue passa a circular por veias saudáveis, melhorando o aspecto da pele e reduzindo sintomas.

Quais são os riscos da escleroterapia?

Os principais riscos são ocorrência de manchas escuras (temporárias ou permanentes), hematomas, alergia às substâncias, surgimento de pequenos microvasinhos e, raramente, trombose venosa ou cicatrizes. Com técnicas modernas, como a ATTA, esses riscos são minimizados quando o tratamento é realizado por profissionais experientes.

Quanto custa uma sessão de escleroterapia?

O valor pode variar bastante conforme a técnica escolhida, extensão da área tratada e localização da clínica. Sessões tradicionais costumam ter preços mais acessíveis. Técnicas como laser e ATTA são mais avançadas e podem ter investimento mais alto, mas oferecem maior conforto e recuperação imediata.

Quais são as alternativas à escleroterapia?

Além da escleroterapia convencional, existem alternativas modernas como o endolaser e a Técnica ATTA, recomendadas para veias mais grossas ou quadros complexos. Mudanças de estilo de vida, uso de meias de compressão e tratamentos combinados também ajudam no controle dos sintomas. Nos casos de dúvida sobre a melhor escolha, sugiro consultar um especialista ou conhecer as opções disponíveis para estética vascular em clínicas como o Varizes e Vazinhos.

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