Mulher tocando a perna com sensação de dormência sentada no sofá
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Já parou para pensar como a sensação de formigamento ou perda de sensibilidade nas pernas pode afetar seu dia a dia? Em minha trajetória acompanhando centenas de pacientes, percebo que essa queixa, tão comum, muitas vezes é encarada como algo passageiro ou até banal, principalmente quando surge após um longo tempo sentado ou usando determinada posição. Mas, às vezes, ela revela algo importante sobre sua saúde vascular. Quero compartilhar com você o que aprendi sobre as causas, sintomas de alerta, métodos modernos de diagnóstico e tratamento para quem sofre com alterações sensoriais ou dormência nas pernas, sempre reforçando a importância de buscar orientação de especialistas como os indicados pelo projeto Varizes e Vazinhos.

Principais causas de dormência nas pernas

Costumo dizer em minhas consultas que entender a raiz do problema é o primeiro passo. Sensações como perda de sensação, formigamento ou queimação nas pernas podem ter origens diversas, indo desde causas simples, como má postura, até quadros mais sérios ligados ao sistema vascular ou nervoso. Mas, afinal, por que sentimos isso?

  • Insuficiência venosa crônica: Quando as veias não conseguem devolver o sangue das pernas ao coração de forma eficiente, ocorre acúmulo de líquido e toxinas, provocando peso, inchaço e dormência.
  • Varizes: Estímulos irritantes nas paredes dos vasos podem gerar não só dor, mas também formigamento ou sensação de dormência, principalmente após longos períodos de pé.
  • Síndrome de Guillain-Barré: Conforme o Ministério da Saúde, esta doença autoimune pode começar com sensação de formigamento nas extremidades, incluindo pernas, evoluindo com perda de força muscular e precisa de acompanhamento especializado (dados do Ministério da Saúde).
  • Neuropatias periféricas: Alterações nos nervos por diabetes, alcoolismo ou carências vitamínicas são causas frequentes, gerando dormência persistente.
  • Síndrome das Pernas Inquietas: Essa condição afeta até 10% da população após os 40 anos, segundo dados do Jornal da USP, e se manifesta principalmente por desconforto noturno, vontade de mexer as pernas e formigamento.

Essas não são todas as causas, mas já mostram como as alterações podem ter origem no sistema vascular, neurológico ou até ser consequência de fatores posturais, como cruzar as pernas por tempo prolongado.

Médico examinando pernas de paciente sentado

Aspectos vasculares: entendendo o risco

Quando percebo pacientes relatando formigamento crônico, sempre fico alerta para manifestações de insuficiência e doenças venosas. A Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) estima que as varizes estão presentes em 38% da população brasileira, com predominância em mulheres e pessoas acima dos 30 anos. A prevalência aumenta rapidamente após os 50 anos, chegando a 70% dos idosos.

Já os graus mais leves de insuficiência venosa podem afetar até 80% das pessoas em algum momento da vida, de acordo com análises de estudos internacionais destacados pela SBACV. Os casos mais graves, como úlceras venosas, aparecem em 1% da população (IFSC/USP).

A dormência decorrente de doenças venosas muitas vezes se associa a:

  • Inchaço nos tornozelos ou pernas
  • Peso ou sensação de cansaço
  • Alterações na cor da pele, como manchas
  • Presença de veias visíveis ou vasos dilatados

Esses sinais sugerem alterações do fluxo sanguíneo e exigem avaliação vascular. No blog do Varizes e Vazinhos sobre saúde vascular, você encontra diversos artigos explicando essas conexões.

Diferenciando causas vasculares das neurológicas

Em minhas conversas com pacientes, percebo dúvidas frequentes: “Minha dormência deve ser problema na circulação ou nos nervos?”

Geralmente, as causas vasculares trazem outros sintomas: pés inchados ao fim do dia, sensação de peso, veias saltadas, mudança na pele e melhora com elevação das pernas. Já as formas neurológicas, como neuropatia periférica, mostram sintomas como queimação contínua, perda total de sensibilidade ou formigamento mesmo em repouso ou durante o sono.

Fique atento para dores agudas, perda de força ou alterações súbitas. Esses sinais podem indicar problemas sérios do sistema nervoso ou circulatório e exigem consulta imediata.

Nem todo formigamento é circulatório, mas nunca subestime sintomas persistentes.

Sintomas de alerta: quando agir com rapidez?

Com tantos casos já vistos, notei que o que diferencia quadros simples de situações preocupantes é a junção de sintomas. Os principais sinais de que é hora de buscar avaliação do angiologista ou cirurgião vascular incluem:

  • Dormência que piora rapidamente ou progride para o restante da perna
  • Inchaço importante e repentino
  • Dor intensa ao caminhar
  • Alteração na cor da pele, escurecimento, palidez ou vermelhidão
  • Feridas ou úlceras (especialmente perto dos tornozelos)
  • Perda de força nos membros

Esses sintomas são aliados importantes no diagnóstico precoce, permitindo intervenções que evitam complicações graves.

Cito o artigo com sintomas e tratamentos modernos de varizes, que aprofunda como identificar alterações precocemente.

Como funciona o diagnóstico da dormência nas pernas?

No consultório, costumo iniciar por avaliação clínica detalhada e anamnese. Há perguntas simples que ajudam a direcionar: quando começou, há fatores de alívio ou piora, presença de outros sintomas associados, histórico familiar. Depois, lanço mão de exames modernos como o ultrassom Doppler, considerado padrão-ouro na detecção de insuficiência venosa, tromboses ou refluxos.

  • Exame físico (inspeção e palpação das pernas)
  • Ultrassonografia Doppler venosa
  • Testes de sensibilidade e força muscular para descartar causas neurológicas

Em alguns casos, exames laboratoriais e eventualmente eletroneuromiografia podem ser úteis para diferenciar a origem (vascular x nervosa) da dormência.

Tratamentos modernos: foco em bem-estar e recuperação rápida

Ao longo da minha carreira, presenciei significativa transformação nas opções terapêuticas para distúrbios vasculares que cursam com dormência nas pernas. Hoje, o foco é oferecer métodos minimamente invasivos, seguros e com recuperação rápida. Entre as principais opções, destacam-se:

  • Laser endovenoso: Técnica guiada por ultrassom, sem cortes, que trata veias insuficientes com precisão, promovendo resultado estético e pouco desconforto.
  • Escleroterapia: Aplicação de substâncias esclerosantes em vasos visíveis, ideal para vazinhos e pequenas varizes, com alívio dos sintomas.
  • Radiofrequência: Alternativa ao laser, também minimamente invasiva, indicada, principalmente, para veias safenas.

Essas técnicas ganham destaque por evitar anestesia geral, internação ou cicatrizes. O guia do Varizes e Vazinhos sobre procedimentos modernos detalha esses avanços.

Full shot woman standing on one leg

Dicas para prevenção e qualidade de vida

Em minha experiência, percebi que pequenas mudanças na rotina fazem diferença enorme. Entre as principais estratégias que recomendo para evitar o agravamento de quadros vasculares e neurológicos estão:

  • Movimente as pernas a cada 30-40 minutos quando estiver sentado por tempo prolongado
  • Pratique atividades físicas regulares, como caminhadas, bicicleta ou hidroginástica
  • Evite cruzar as pernas por muito tempo
  • Mantenha o peso sob controle
  • Use meias de compressão em situações de risco, como viagens longas (apenas com indicação médica)
  • Tenha atenção a alimentação balanceada, rica em vitaminas e minerais

Convido você a conhecer também materiais exclusivos com dicas para evitar agravamento das varizes no portal do Varizes e Vazinhos.

Pequenas mudanças lhe fazem retomar o controle da saúde das pernas.

Conclusão: cuide-se com informação e especialistas certificados

Ao longo desse artigo, compartilhei como a sensação de formigamento, queimação ou dormência nas pernas pode ter origens simples, mas muitas vezes revela quadros vasculares importantes. A presença de sintomas associados, como inchaço, dor, pele alterada ou úlceras, reforça a necessidade de procurar um angiologista certificado, profissional capacitado a diagnosticar e indicar tratamentos modernos, como o protocolo ATTA, divulgado aqui pelo Varizes e Vazinhos.

Lembre-se: quanto antes buscar avaliação especializada, maior sua chance de retomar uma vida ativa, bem-estar e confiança ao mostrar as pernas. Não ignore sinais de alerta e busque orientação dos nossos médicos certificados do Varizes e Vazinhos. Agende sua consulta e recupere a liberdade de viver sem desconfortos.

Perguntas frequentes sobre dormência nas pernas

O que pode causar dormência nas pernas?

Diversos fatores podem causar essa alteração sensorial, como problemas circulatórios (insuficiência venosa, varizes, tromboses), doenças neurológicas (neuropatias, hérnias de disco), má postura, deficiência de vitaminas, diabetes e até uso de alguns medicamentos. Síndromes como a de Guillain-Barré e das Pernas Inquietas também estão entre as causas mais pesquisadas.

Quando a dormência nas pernas é preocupante?

É preciso estar atento se a dormência vier acompanhada de dor súbita, fraqueza muscular, inchaço inesperado, alteração da cor da pele, feridas ou perda de força. Nestes casos, recomenda-se procurar atendimento médico imediato, pois pode indicar quadro vascular ou neurológico sério.

Quais sintomas acompanham dormência nas pernas?

Além do formigamento, podem aparecer peso nas pernas, inchaço, veias dilatadas, sensação de queimação, manchas na pele e, em quadros mais graves, úlceras próximas ao tornozelo. Quando a causa é nervosa, é comum perda de sensibilidade e dor contínua.

Dormência nas pernas pode ser vascular?

Sim, diversas doenças vasculares, como insuficiência venosa e varizes, provocam dormência devido à dificuldade no fluxo sanguíneo de retorno ao coração. Casos assim exigem avaliação de angiologista e podem se beneficiar de tratamentos modernos e minimamente invasivos.

Como aliviar a dormência nas pernas?

Medidas como elevar as pernas, promover mudanças de posição, praticar atividades físicas e evitar longos períodos sentado ajudam bastante. Em casos crônicos, a avaliação e acompanhamento de especialista são fundamentais para indicar o tratamento adequado, que pode incluir laser ou escleroterapia, reforçando sempre a importância do acompanhamento contado pelo Varizes e Vazinhos.

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